Por indicação do Asnalfa, leitor desse blog, tive a oportunidade de ler o Complexo de Portnoy.
Não me sinto capaz de explicar minuciosamente o livro, mas digamos que podemos resumir assim: durante a sessão de terapia, o paciente faz um relato direto e contundente sobre sua vida, sua família, suas experiências. A relação com o pai ausente, a mãe muito presente.
Não há disfarces, não há meias palavras, texto sagaz e ácido.
(Li essa edição de 1971, por isso a foto!)
Não me sinto capaz de explicar minuciosamente o livro, mas digamos que podemos resumir assim: durante a sessão de terapia, o paciente faz um relato direto e contundente sobre sua vida, sua família, suas experiências. A relação com o pai ausente, a mãe muito presente.
Não há disfarces, não há meias palavras, texto sagaz e ácido.
(Li essa edição de 1971, por isso a foto!)
4 comentários:
q chic.. vc me citou!!!!
Amo esse livro! É a obra-prima dele. Dei tanta risada com estas páginas.. principalmente com a conversa com a "Macaca".
Tem outros dois livros mais ácidas que estes e bem pronograficos que são do Henry Miller, que eu am ode paixao. Tropico de Cancer e Opus Pistorum.
Vc comprou o livro ou pegou na biblioteca?
Lembrei de outro Paolinha!!!
Kenzaburo Oe "Uma Questao Pessoal"
Fala da relacao do pai com um filho recem nascido... se o pai deve matar um filho que nasceu com um caroço na cabeca (sem a mae saber).... O livro é maravilhoso...uma linguagem super-facil, que termina com um final lá pra cima.... Chorei tanto!!
Ok!
E a lista cresce!
Vou ler!
Eu emprestei na biblioteca!
Se eu comprasse todo livro que leio teria que tirar os móveis da casa e usar livros no lugar! Seria a casa de livros!
Bj
PAola
gente! Amei! Vou ler!
beijo
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