terça-feira, 30 de dezembro de 2008

A Insustentável leveza do ser


A Favorita acabou agorinha mesmo, e eu só consigo lembrar do
Laerte, sim Laerte, lá em 84, eu acho, publicou uma história, a melhor, pena que não achei para copiar aqui, era a história de um menino que descobre de repente que sua mãe na verdade é o leiteiro, seu pai é sei lá quem, a irmã sempre foi uma menina que era trocada, no fim, alguém abre um ziper na nuca e ele descobre que não é o garoto loirinho que imaginou ser, no final ainda dá de cara no muro. "As coisas não são o quê parecem!"
Tudo isso para dizer que a cena da Lara contando para a Irene que o verdadeiro neto Fontinni era o Halley, que ela, Lara é filha do Dodi, é plágio sim! Se eu fosse o Laerti, ia cobrar direitos autorais.
Tenho certeza que quando você leu o título do post você pensou em Milan Kundera, você se enganou. A novela é trash, sim!

6 comentários:

Ana Barros disse...

Acho que a minha maior conquista de 2008 foi não ter assistido a nenhum capítulo desta novela trash :-)

Patricia Daltro disse...

Eu tô que nem a Ana Barros, tive a felicidade de não assistir nenhum capítulo dessa novela! Alias, assiti só a parte da morte do patriarca e achei de um mal gosto insuperável!

Querida,

passando aqui para te desejar um Feliz 2009 repleto de alegrias, vitórias e muitos post inspiradores!

Beijos

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